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Como disse sabiamente a própria rainha do design, Coco Chanel, “a moda desvanece, apenas o estilo permanece”. Na moda, as estações passam uma a seguir à outra num piscar de olhos, mas estes 10 artigos poderão ser consistentemente utilizados em qualquer altura. E tal como muitos dos artigos impressionantes na Catawiki, cada um destes tem uma história igualmente surpreendente. Continue a ler para descobrir as histórias por trás destes tesouros intemporais.
1. Mala Hermès Birkin
Nos anos 80, Jane Birkin estava sentada ao lado de Jean-Louis Dumas, o CEO da Hermès, durante o seu voo de Paris para Londres. Jane queixava-se que nunca conseguia encontrar a mala de fim de semana perfeita. Sem saber quem ele era, ela descreveu a Dumas como seria a mala dos seus sonhos. Pouco tempo depois deste encontro, Jane Birkin recebeu a sua mala personalizada, com uma mensagem pessoal. A partir deste momento, a Birkin tornou-se numa das malas de mão de luxo mais reconhecidas no mundo inteiro.

2. Mala com alça clássica Chanel
A primeira mala criada por Coco Chanel, em 1929, foi uma pochete, tal como todas as outras malas que estavam disponíveis para as mulheres da classe alta dessa época. No entanto, equilibrar a mala com um copo de champanhe, brochuras de teatro e aperitivos era uma tarefa impossível. Mas, em 1955, Coco Chanel mudou a história das malas de mão, com a introdução da Chanel 2.55. As modificações resultam de questões razões práticas. “Fiquei cansada de segurar as minhas malas nas mãos e de as perder, por isso, adicionei-lhes uma alça para as transportar ao ombro”. A prática mala 2.55 foi imediatamente um grande sucesso. No primeiro ano, Gabrielle Chanel até teve que recusar encomendas devido à grande procura que existia. Pela primeira vez, era aceitável que as mulheres da classe alta transportassem as suas malas ao ombro.

3. Fato Chanel
Em 1923, Coco Chanel convidou um pequeno grupo de jornalistas para o seu salão para mostrar a sua nova coleção. Um dos artigos desta coleção era o fato Chanel. Porém, os jornalistas não ficaram muito impressionados. O conjunto de tweed mal foi mencionado nos artigos sobre a coleção. Mas, após a Segunda Guerra Mundial, ela voltou a introduzir o fato Chanel, tal como o conhecemos nos dias de hoje. Desta vez, foi um grande sucesso e acabou por se tornar uma das criações mais emblemáticas de Chanel, influenciando muitas criações semelhantes.

4. Lenço Hermès
A história do lenço Hermès remonta a 1937, quando foi introduzido pela primeira vez. O design era baseado num desenho em madeira de
Robert Dumas, um dos membros da família Hermès. A Hermès produziu estes lenços do início ao fim, importavam seda da China no estado bruto e, depois, fiavam-na, teciam-na e estampavam-na.
A princesa Grace do Mónaco utilizou um para apoiar o seu braço partido, em 1956. A personagem de Emily Blunt fez voar caixas e mais caixas de lenços Hermès quando foi, infelizmente, atropelada por um táxi em “O Diabo Veste Prada” (aparentemente, o diabo também gosta da Hermès). A rainha Elizabeth é frequentemente fotografada com um lenço Hermès a cobrir-lhe a cabeça. E, nos anos 50, foi até mesmo emitido um selo postal em que ela utilizava um destes lenços famosos. Jackie O e Audrey Hepburn também eram fãs de Hermès, tal como o são muitas celebridades e ícones de moda contemporâneos.

5. Gabardine Burberry
A gabardine Burberry tornou-se famosa durante a Primeira Guerra Mundial por ser vestida pelos oficiais britânicos. A sua criação original recebeu o nome de “Tielocken” e foi concebida para proteger os oficiais militares das condições atmosféricas adversas. O anel do cinto em forma de D era utilizado para prender artigos pequenos, como mapas. Mais tarde, este casaco foi modificado para as massas. Desde então, continua a ser a peça mais reconhecida da marca.

6. Vestido envelope de Diane Von Fürstenberg
Descrito pela Vogue como um “símbolo sartorial da libertação sexual da mulher”, o clássico vestido envelope de jérsei de Diane von Fürstenberg tornou-se uma peça de moda clássica quando foi lançado, em 1972. Fürstenberg explicou ao Los Angeles Times, em 1976: “A roupa deve refletir a libertação da mulher. Atualmente, as mulheres querem roupa versátil, simples, clássica, confortável, adelgaçante. Esta é a história do meu sucesso.”

7. “Le Smoking Tuxedo” de Yves Saint Laurent
A introdução do “Le Smoking Tuxedo” de Yves Saint Laurent, em 1966, foi um ponto de viragem, permitindo que as mulheres tivessem um estilo, simultaneamente, feminino e masculino. Esta foi a primeira vez que as mulheres puderam vestir um casaco de fato em jantares e eventos similares, de uma forma socialmente aceitável. Quer fosse vestido com uma t-shirt ou sem absolutamente nada por baixo, este é um marco importante na história da moda que perdurou até aos nossos dias.

8. Saltos altos de Christian Louboutin
Conta a história que as solas vermelhas de Christian Louboutin foram inspiradas pela sua assistente. Quando ela estava a pintar as unhas num vermelho vivo, Louboutin tirou-lhe o verniz das mãos e começou a pintar a sola dos sapatos com o verniz. Foi assim que o vermelho vivo se tornou a imagem de marca de Louboutin. A sua primeira cliente foi nada menos do que a princesa do Mónaco e ela tornou os sapatos de sola vermelha num sucesso. Os agora famosos
Louboutin
são utilizados por famosos criadores, como Diane von Fürstenberg, e muitas celebridades.

9. Mala “Lady Dior” de Christian Dior
A “Lady Dior” é a mala mais famosa de Christian Dior, a sua imagem de marca, e apresentou muitas facetas desde a sua criação em meados dos anos 90. Mas a sua elegância intemporal permanece a mesma. A mala também tem sido destacada em muitas curtas-metragens, conhecida como “The Lady Dior Saga”, com participação de Marion Cotillard, a cara da Dior entre 2008 e 2015.

10. O “Power Suit” de Giorgio Armani
Giorgio Armani, mestre da alfaiataria não estruturada, alcançou o seu lugar na ribalta em 1980, quando vestiu Richard Gere em “American Gigolo”. Os seus fatos revolucionários não tinham forro, nem a rigidez e a estrutura sufocante que caracterizavam até essa altura esta peça de vestuário masculino.
Tal como os homens, as mulheres também adotaram esta nova abordagem, de forma a manterem a sua feminilidade no local de trabalho à medida que progrediam na carreira.

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